Un espacio destinado a fomentar la investigación, la valoración, el conocimiento y la difusión de la cultura e historia de la milenaria Nación Guaraní y de los Pueblos Originarios.
Nuestras culturas originarias guardan una gran sabiduría. Ellos saben del vivir en armonía con la naturaleza y han aprendido a conocer sus secretos y utilizarlos en beneficio de todos. Algunos los ven como si fueran pasado sin comprender que sin ellos es imposible el futuro.
lunes, 27 de febrero de 2017
El hombre
Un
día como hoy pero de 1902 nace el escritor estadounidense John Steinbeck,
ganador del Premio Nobel de Literatura en 1962.
Por defender a los indígenas, la Escola de Samba Imperatriz Leopoldinense atrae la ira del agronegocio
Emperatriz Leopoldinense
enfrenta críticas de parte del agronegócio por homenajear a los Pueblos
Indigenas del Xingu.
Cahe Rodrigues carnavalesco
autor del Samba-Enredo Xingu O Clamor da Floresta dice Yo vi cuanto el indígena
depende del monte.
“O índio luta pela sua
terra, da Imperatriz vem o seu grito de guerra. Salve o verde do Xingu”,
El indio lucha por su
tierra, de la Emperatriz viene su grito de guerra. Que sea salvo el verde del
Xingu,
dice el samba-enredo
para el Carnaval 2017 en Rio de Janeiro de la Escola de Samba Emperatriz
Leopoldinense.
El tema “Xingu, o
clamor que vem da floresta" homenajea a los indígenas de la región y su
lucha por la preservación de la naturaleza y su cultura.
Una de las fantasías,
especialmente, desagrado a parte del sector del agronegocio. La Associação Brasileira
dos Criadores de Zebu (ABCZ) afirmo que es “inaceptable que la mayor fiesta
popular brasilera, que tiene la admiración y
respeto nuestro, sea palco para un show de sensacionalismo y ataques
infundados por parte de la Escola Imperatriz Leopoldinense”. Al día seguiente, la Associação
Brasileira dos Criadores de Girolando también se manifestó en contra de Leopoldinense.
A pesar que la fantasía no sea una crítica directa al agronegócio,
ni generaliza al sector, el hecho es que Brasil necesita rever sus políticas
sobre agrotóxicos.
Más de la mitad de las
sustancias usadas aquí está prohibida en los países de la Unión Europea y los
Estados Unidos. Responsables de 70 mil intoxicaciones agudas y crónicas anualmente en países en
desarrollo, los agrotóxicos también están altamente asociados a la
incidencia del cáncer y otras dolencias genéticas según la OMS.
Para elaborar el tema,
el carnavalesco carioca estudio durante casi un año a los Pueblos del Xingu,
y paso cuatro días en una vivienda típica,
compartiendo su cotidianeidad.
“Yo vi cuanto el indígena
depende de la floresta para sobrevivir y
cuan fuerte es el contacto con la tierra, con el verde. Luego por la mañana
cuando desperté vi a los niños corriendo detrás de las mariposas, que es el
juego favorito y subiendo a los árboles para recolectar una fruta, descararla y
comerla con la mano. El indígena es la
naturaleza misma. Cuando se agrede a la naturaleza se está agrediendo
directamente la vida del indio, cuenta Cahê.
El miedo y la amenaza
de una nueva invasión que los indígenas viven diariamente también marco
profundamente a Rodrigues “Pude sentir en la piel esa angustia y la Emperatriz
no está inventando nada, hace parte de la historia del Brasil”.
Para el, la ABCZ y
otras empresas realizaron criticas precipitadas. "Nunca fue intención agredir al agronegocio directamente. El ala
que lleva el título de "Campesinos y agrotóxicos", apunta el uso indebido de las sustancias que
matan a los peces, contamina los ríos y agrede la vida de los indígenas y la
nuestra. Estamos hablando del caos que cerca la vida del indígena”.
En otra parte, el
samba-enredo dice “o belo monstro rouba as terras dos seus filhos”. El bello
monstruo roba las tierras de sus hijos.
Según el carnavalesco
es una analogía a la construcción de la Usina Hidroeléctrica de Belo Monte y a
la desapropiación de las tierras de los Pueblos Indigenas. Para a ABCZ, es una crítica a sus prácticas:
“Chamados de “monstros” por la Escola, nosotros, productores rurales,
respondemos por 22% do PIB Nacional e históricamente, salvamos al Brasil en
terminos de generación de rentas y empleos”.
Fuente>Carta
Capital – 10 de Enero de 2.017
Letra del SambaEnredo:
“XINGU, O CLAMOR QUE VEM DA FLORESTA”
Compositores: Moisés Santiago, Adriano Ganso, Jorge do Finge e Aldir Senna.
Compositores: Moisés Santiago, Adriano Ganso, Jorge do Finge e Aldir Senna.
Brilhou…a coroa na luz do luar!
Nos troncos a eternidade…a reza e a magia do pajé!
Na aldeia com flautas e maracás
Kuarup é festa, louvor em rituais
Na floresta…harmonia, a vida a brotar
Sinfonia de cores e cantos no ar
O paraíso fez aqui o seu lugar
Jardim sagrado o Caraíba descobriu
Sangra o coração do meu Brasil
O belo monstro rouba as terras dos seus filhos
Devora as matas e seca os rios
Tanta riqueza que a cobiça destruiu
Sou o filho esquecido do mundo
Minha cor é vermelha de dor
O meu canto é bravo e forte
Mas é hino de paz e amor
Sou guerreiro imortal derradeiro
Deste chão o senhor verdadeiro
Semente eu sou a primeira
Da pura alma brasileira
Nos troncos a eternidade…a reza e a magia do pajé!
Na aldeia com flautas e maracás
Kuarup é festa, louvor em rituais
Na floresta…harmonia, a vida a brotar
Sinfonia de cores e cantos no ar
O paraíso fez aqui o seu lugar
Jardim sagrado o Caraíba descobriu
Sangra o coração do meu Brasil
O belo monstro rouba as terras dos seus filhos
Devora as matas e seca os rios
Tanta riqueza que a cobiça destruiu
Sou o filho esquecido do mundo
Minha cor é vermelha de dor
O meu canto é bravo e forte
Mas é hino de paz e amor
Sou guerreiro imortal derradeiro
Deste chão o senhor verdadeiro
Semente eu sou a primeira
Da pura alma brasileira
Jamais se curvar, lutar e aprender
Escuta menino, Raoni ensinou
Liberdade é o nosso destino
Memória sagrada…razão de viver
“andar onde ninguém andou”
“chegar onde ninguém chegou”
Lembrar a coragem e o amor dos irmãos
E outros heróis guardiões
Aventuras de fé e paixão
O sonho de integrar uma nação
Karakaô…karakaô…o índio luta pela sua terra
Da Imperatriz vem o seu grito de guerra!
Salve o verde do Xingu a esperança
A semente do amanhã…herança
O clamor da natureza a nossa voz vai ecoar…preservar!
Escuta menino, Raoni ensinou
Liberdade é o nosso destino
Memória sagrada…razão de viver
“andar onde ninguém andou”
“chegar onde ninguém chegou”
Lembrar a coragem e o amor dos irmãos
E outros heróis guardiões
Aventuras de fé e paixão
O sonho de integrar uma nação
Karakaô…karakaô…o índio luta pela sua terra
Da Imperatriz vem o seu grito de guerra!
Salve o verde do Xingu a esperança
A semente do amanhã…herança
O clamor da natureza a nossa voz vai ecoar…preservar!
Samba Enredo da Emperatriz
Fotografias en el Sambodromo Marquez de Sapucai en la madrugada del 27 de Febrero de 2.017
Diversidad
Así
como nuestro hermoso maíz,
somos uno, todos diferentes, cambiantes,
multicolores,
pero compartimos la misma raíz.
pero compartimos la misma raíz.
Respetarnos
Podemos salvarnos
de la derrota
respetándonos a nosotros mismo...
en cualquier momento, en cualquier situación.
Don Miguel Ruiz
respetándonos a nosotros mismo...
en cualquier momento, en cualquier situación.
Don Miguel Ruiz
Fuente: La
Conciencia de los Indios
Imperatriz Leopoldinense leva colorido e resistência indígenas para Sapucaí – Cultura Xingu en el Carnaval de Rio de Janeiro
Terceira escola a
desfilar neste domingo (27), a Imperatriz Leopoldinensse levou à Sapucaí a
riqueza da fauna e flora do Xingu para dar vida ao enredo sobre a resistência
da cultura indígena da região amazônica.
Com carros grandiosos
e alas exuberantes, a escola mostrou tradições sagradas conectadas à natureza
até as ameaças que assolam os índios, como doenças, exploração do homem branco
e agrotóxicos.
![]() |
| Cahê Rodrigues é o carnavalesco da Imperatriz Leopoldinense pelo quinto ano consecutivo (Foto: Rodrigo Gorosito/G1) |
Coreografada por
Claudia Mota, primeira bailarina do Theatro Municipal do Rio, a comissão de
frente levantou o público.
O carro abre-alas
"Templo Sagrado", representando o Kuarup, nome de uma madeira e de um
ritual sagrado indígena, trazia como um dos destaques o Pajé Sapain, de 102
anos, principal liderança do Xingu.
O segundo carro, em
forma de um jacaré gigante, representava a fauna amazônica. No alto, uma
ararinha-azul gigante subia a até 14 metros de altura, impulsionada por um
motor hidráulico.
A escola inovou quando
a bateria fez uma paradinha para deixar apenas os repiques tocando e quando os
puxadores se calaram enquanto os integrantes levarem o samba-enredo só no gogó.
![]() |
| Raoni e outros indígenas participam do desfile da Imperatriz Leopoldinense (Foto: Alexandre Durão / G1) |
A escola não só levou
a cultura do Xingu para a avenida como também elevou à condição de destaque
muitas das lideranças indígenas. O Cacique Raoni estava no samba-enredo (“Jamais
se curvar, lutar e aprender / Escuta menino, Raoni ensinou”), em um carro
alegórico e nas fantasias dos ritmistas da bateria.
Com 3.200 componentes,
29 alas, seis carros e um tripé, a escola mesclou em uma narrativa feita de
samba, plumas e pau-brasil as tradições indígenas. As alas homenageavam a
diversidade cultural ao mostrar as 16 etnias que vivem no Parque do Xingu e a
riqueza da fauna e flora (tatu, gavião real, guariba, tucunaré e onça pintada).
Mas não esqueceu o
sofrimento desses povos. Estavam representadas ainda a exploração do índio pelo
homem branco e as doenças. O casal mais respeitado da escola desfilou no chão,
vestidos de vermelho com a fantasia "Dor é minha cor". Embalando essa
parte crítica do desfile, o samba cantava, “Sou filho esquecido do mundo, minha
cor é vermelha de dor”.
A Imperatriz mostrou
sincronia entre enredo, bateria e samba-enredo já na comissão de frente.
Fantasiados como gaviões-reais, aves símbolo do Xingu, os passistas simulavam
um ritual de proteção da região amazônica em torno de uma grande Oca.
Em um momento da
dança, a bateria fez uma paradinha em que todos os instrumentos pararam de
tocar, com exceção dos repiques. Em seguida, o surdo voltou a tocar, imitando
um batuque indígena.
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| A Imperatriz Leopoldinense colocou 6 alegorias e um tripé na avenida (Foto: Alexandre Durão/G1) |
No auge da coreografia
da comissão de frente, em que os puxadores cantavam “liberdade”, a Oca se abre
como uma flor e levanta os passistas, que simulam uma revoada dos gaviões reais.
Fuente: Globo.com - Rede Globo - 27 de Febrero de 2.017
http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/carnaval/2017/noticia/imperatriz-leopoldinense-leva-colorido-e-resistencia-indigena-para-sapucai.ghtml
domingo, 26 de febrero de 2017
Como Cristóbal Colón salvó la vida gracias a un eclipse lunar
Tras el descubrimiento de América, Cristóbal Colón hizo tres viajes
más en los siguientes diez años. En el cuarto y último viaje para explorar las
costas americanas, el navegante se encontró en una situación delicada. Pero
usando sus conocimientos de astronomía, consiguió engatusar a los nativos,
aterrorizándolos y salvándose a sí mismo y su tripulación.
Llegada de Colón a La Española en 1492
Colón, ya con 51 años y con su artritis a cuestas, parte con dos
carabelas, la Capitana y la Santiago, y dos naos, el Gallego y el
Vizcaíno. Sin embargo, una incursión de carcoma en la flota le obligó a
abandonar dos de los barcos y a arribar la costa de la isla hoy conocida por Jamaica el 25
de junio de 1503. Inicialmente, los nativos dieron la bienvenida a la flota,
proporcionándoles alimento y refugio. Pero a medida que los días se
convirtieron en semanas las tensiones aumentaron. Después de 6 meses de
estancia, y tras un rifirrafe, algunos hombres de la tripulación mataron a unos
nativos. Se les negó la comida, el hambre y la venganza eran inminentes y Colón
tuvo que idear un plan…
Los indígenas asombrados ante el eclipse
Al consultar el libro del matemático y astrónomo alemán Johannes
Müller von Königsberg (1436-1476), encontró que el siguiente eclipse lunar
sucedería el 29 de febrero de 1504. Sabiendo esto, tres días antes del
eclipse, Colón pidió reunirse con el líder de los indígenas para
informarle que el Dios cristiano estaba muy enojado con ellos y que
sufrirían las “consecuencias”. Así que, para mostrar su enojo, en tres días
“las llamas de la ira” harían desaparecer la luna del cielo.
De hecho, ocurrió lo que dijo Colón. Comenzó el eclipse y la
“luna sangrienta” hizo su aparición. Según el hijo del navegante, los nativos
se encontraban sumidos en tal terror que de inmediato pidieron a Colón que
“hablara con Dios” para devolver a la luna a su tamaño original.
Entonces Colón se encerró en una cabaña durante 50 minutos,
aparentemente para hablar con el altísimo. Usó su reloj de arena para registrar
las fases del eclipse y, justo antes de que llegara a su fin, anunció que Dios
estaba de acuerdo en “devolverles” la luna. Así pues, los nativos agradecidos
los alimentaron y ayudaron hasta su partida por el Caribe el 29 de junio de
1504.
Fuente>Historias de Nuestra Historia
Imágenes: Flickr
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